Circo Vivant – AfroAméricaLatinidade (2012)

2012Como dice la reseña en portugués, Circo Vivant es una banda emergente que tiene una gran influencia de Banda Eddie, la precursora ska en Brasil. Con temas bien rockeros, bien potentes y con buen ensamable de voces logran un disco bien entretenido. Conscientes de los tiempos que vivimos al igual que otras varias bandas brasileras, entregan su disco para descarga liberada. Buen disco.

O ‘Circo Vivant’ é uma banda “Original Olinda Style”, que entrega bastante influência da já seminal ‘Banda Eddie’. Mas calma, aí…. Perá lá…. Que o ‘Circo Vivant’ anda chega lá…. Posso até apostar….
Eles recém começaram em 2004. Experimentaram bastante, chegando até gravar um CD demo, ‘Qualquer Coisa’, em 2005. Mudaram de formação e gravaram um EP, ‘Bipolar’, em 2009, que tinha uma faixa “adubada” por Buguinha Dub. A banda tem Petruchio na voz, percussão e sample/efeitos, Pedro Vivant na voz, guitarra e violão, Júnior Duarte no baixo, Junior Dujarro na bateria, Gustavo Joe nos teclados, microkorg e violão e Ganga Barreto na percussão e voz, e conta com participações especiais de Rogerman (Bonsusesso Samba Clube), Bruno Souto (Volver), Tom Rocha (Academia da Berlinda e Mundo Livre SA) e Leo Oroska (Ska Maria Pastora), entre outras.
Neste ano, eles lançam o primeiro disco, ‘AfroAméricaLatinidade’ – um título que reflete e entrega muito do que a banda é… Plural. Isso que eles são. Eles são afros, americanos e latinos, sem nenhum preconceito em misturar gêneros, números e graus.
Você começa ouvindo o disco “com um jeito assim meio covarde” e termina sem perceber, com as canções rolando, o sonzinho te envolvendo e te balançando. A canção ‘Fagundes Varela 16h30’ abre o álbum com uma pegada funk de muito efeitos e um riff matador – se fossem 10 minutos a menos seria melhor ainda (essa só os fortes entenderão).
Entra o ska, ‘O mesmo e o novo’. Quem ficar parado é doente do pé! Mas ai o ska quase se transforma num batuque para quase uma cumbia e guitarrada. Enfim, afro-americano-latino. Outro ska é ‘O brilho’, que cria um clima meio leste europeu, por causa da harmonização dos belos vocais, sem deixar de ter uma pitada surf-music na levada da guitarra.

Divulga 1-WEBO ‘Bolero de Jardel’ é, como diz o título, um bolero, mas com uma pretensão de ser entoada em uníssono pelo público em grande estádios. ‘Cor branca’ é a parte sambarock do disco. ‘Mariano’ foi criptografada por Pedro Vivant. Como em ‘Aqua boogie’, “Psychoalphadiscobetabioaquadoloop” ou “analfomegabetismo e somatopsicopneumático”, só pra manter a referência aqui mesmo na “Ilha de Vera Cruz”.

‘Moda pra Zé Pereira’ de moda só tem o rock mesmo – de pegada poderosa descambando num surf music discoteque. ‘O que vou fazer agora’ encerra o disco como num suíngue fenomenal, finalizando às pressas. Daí você percebe que o disco acabou e você não ouviu nada ainda…
Volte à faixa hum e ouve tudo de novo. Por isso, como seu advogado, recomendo que baixe o disco no link ali embaixo. Boa Sorte ‘Circo Vivant’! Vocês mandaram bem demais!!! . Fuente: http://euovo.blogspot.com/

Tracklist:
1. Fagundes Varela 16h30
2. O mesmo e o novo
3. In Babylon
4. Bolero de Jardel
5. O brilho
6. Cor branca
7. Mariano
8. Moda pra Zé Pereira
9. Lágrimas no Central
10. O que vou fazer agora
    • daniel
    • 24/01/13

    canci armate una radio …. aca armaron una en la comunidad hay gente que sabe … yo te ayudo si keris

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